Fisiatria Brasil

Fisiatria Brasil

Novo consultório

A Fisiatria Brasil está em novo consultório, no Jardim Paulista, próximo ao Ginásio do Ibirapuera. O novo endereço da Fisiatria Brasil,  na Av. Brigadeiro Luis Antônio, 3421 se localiza em uma região com maior facilidade de acesso, próximo ao Parque do Ibirapuera, oferecendo maior facilidade em termos de acessibilidade para pacientes com dificuldades de locomoção. Piso nivelado, área para manobras com cadeira de rodas, maçanetas de alavanca,  torneiras ao alcance do usuário, barra de apoio… são alguns dos cuidados que foram previstos no projeto. O novo consultório possui uma sala de espera, duas salas de atendimento, localizado em um prédio novo com ótima estrutura física para oferecer um ambiente aconchegante, com visual moderno, oferecendo maior conforto ao paciente e seus acompanhantes em todos os ambientes.

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História Monica Terra – Atendimento Domiciliar

Num momento mais crítico do tratamento de uma doença autoimune, minha esposa apresentou fraturas na coluna. As dores intensas e  fragilidade dos ossos, a impossibilitava de locomover-se. O atendimento domiciliar da Fisiatra Dra Alexandra Gaspar foi fundamental para a reabilitação da minha esposa que continua o tratamento até hoje. A assistência médica domiciliar, orientando tanto a paciente e a família quanto a fisioterapia adequada, foi essencial . Para  a família, a presença da fisiatra em casa  restaura a confiança na recuperação da paciente e dá segurança quanto ao tratamento, uma vez que há acompanhamento de perto da evolução da reabilitação. Por isso, somos imensamente gratos à intensa dedicação da Dra. Alexandra. Muito obrigado! Otávio M. Terra e família.

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História Dra. Ana Luisa, médica oncologista

Quando o médico vira paciente, a dor é ainda maior, pois ficamos fragilizados e incapacitados de exercer nossa profissão com a mesma energia e dedicação que gostaríamos! A Dra. Alexandra foi uma grande aliada na melhora da minha fibromialgia e me encontro hoje em remissão total, sem dores, trabalhando muito e com saúde plena, física e mental! Obrigada por tudo! Aos pacientes: não aceitem viver com dor, procurem se informar sobre o papel fundamental da fisiatria nesse processo de reabilitação e recomeço para uma nova vida!

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Reabilitação após o AVC

O fisiatra coordena todo o trabalho de reabilitação após o AVC (acidente vascular cerebral), sabendo o momento certo de realizar cada intervenção necessária. O termo AVC (acidente vascular cerebral) é mais conhecido popularmente por seu longo tempo de uso, mas foi substituído por AVE (acidente vascular encefálico), pois pode envolver não apenas o cérebro (hemisférios cerebrais), mas também o tronco cerebral e o cerebelo. A reabilitação após o AVC é fundamental para o paciente, pois o ajuda a se recuperar, da melhor maneira possível. A reabilitação do AVC ajuda o paciente na recuperação das capacidades perdidas e tornar-se novamente independente. A promoção do limite possível de independência funcional nas áreas de desempenho do paciente deve ter em conta suas capacidades, motivações e necessidades. A reabilitação deve ser introduzida precocemente, ainda na fase aguda intra-hospitalar. A recuperação se dá em parte de forma espontânea e em parte pela estimulação adequada (terapias de reabilitação). Envolve a chamada neuroplasticidade, que é a propriedade do sistema nervoso de modificar sua organização em resposta a estímulos do ambiente. O fisiatra avalia a necessidade do uso de órteses (auxiliares para posicionar o membro inferior ou superior), da aplicação de toxina botulínica (Botox) e do uso de medicações.O médico também assinala o melhor momento para a introdução de tecnologia assistiva, robótica e tecnologias mais avançadas capazes de auxiliar no processo de reabilitação. Existem ainda outros tratamentos, como o uso da estimulação transcraniana, que podem ser úteis em determinados momentos do tratamento, assim como atividades lúdicas como o Wii. É importante ressaltar que o tratamento de reabilitação após o AVC de cada paciente é individualizado, pois cada um tem uma lesão cerebral diferente, com sequelas e reações particulares e específicas. Os principais objetivos da reabilitação do AVC,  do paciente, são prevenir complicações, recuperar ao máximo as funções comprometidas, de modo a reintegrar o paciente à sociedade melhorando a sua qualidade de vida.

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Reabilitação em Lesão Medular

No tratamento da reabilitação em lesão medular, tanto para o paciente como para a família, é imprescindível que informações sobre oque fazer, como fazer e como lidar com essa mudança, cheguem ao conhecimento dos envolvidos o mais rápido possível, de forma integral. A lesão medular pode ser causada por acidente de carro ou de moto, mergulho em água rasa, um tumor ou uma simples hérnia de disco, e causar a perda total ou parcial de movimentos dos braços e das pernas, alteração de sensibilidade, alterações da bexiga, intestino ou na função sexual. A vida transforma-se do dia para noite e a primeira sensação é de desespero e desamparo sobre informações. Após a lesão, muitos pacientes querem realizar o melhor tratamento do mundo, fora do país, com a melhor tecnologia e acesso a pesquisa em célula tronco. Entretanto, para a reabilitação em lesão medular, no primeiro momento os cuidados mais simples como: colocar uma órtese, posicionar bem o paciente, evitar feridas na pele, lidar com alterações na bexiga, não demandam estar no melhor centro de reabilitação do mundo, mas ter acesso a profissionais que entendam desta lesão e que tragam as informações necessárias. Tudo a seu tempo. Muita informação desde o começo para que o paciente e família sintam-se seguros e entendam que estão fazendo o melhor e o que é necessário para a reabilitação da lesão medular. Reabilitação é um processo dinâmico e não se limita a fazer fisioterapia, como muitos acham por falta de informação. Para uma boa reabilitação em lesão medular é necessário pensar em cada detalhe, pensar na função e maior independência do indivíduo, em cada momento de seu processo de evolução. Nada disto é possível se não houver conhecimento e visão global. O fisiatra é o profissional mais indicado para tal, pois é uma especialidade médica que busca a melhoria da função do indivíduo e a reabilitação. Os grandes centros de reabilitação em lesão medular no mundo são liderados por um fisiatra. Ele coordena uma equipe multidisciplinar, prescreve medicações, órteses, verifica a necessidade de uso de outras tecnologias, informa sobre pesquisas com células tronco, orienta sobre disfunção sexual, alterações na bexiga e no intestino, discute questões que parecem simples como voltar a dirigir, voltar a trabalhar, ter filhos após lesão medular, entre outras tantas presentes nesta situação. A lesão medular pode ser completa ou incompleta, e ambas precisam deste acompanhamento. Existe muito preconceito e falsas crenças relacionadas à lesão medular. Um bom exemplo seria dizer que um tetraplégico nunca pode andar (em lesões incompletas isto, é possível) ou que a mulher que tem uma lesão medular não pode mais ter filhos ou não deve mais fazer exames ginecológicos. Reabilitar inclui realizar terapias como: fisioterapia, hidroterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, musicoterapia, arteterapia entre outras. Cada qual com sua indicação em seu momento específico; utilizando recursos tecnológicos diversos. Mas acima de tudo, ter acesso a todo este conhecimento e entender a melhor forma e melhor momento para utilizá-los.

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História Júlia Surita

Moro no interior de São Paulo e quando tinha 13 anos fui diagnosticada com escoliose. Imediatamente comecei a fazer RPG e aulas de natação, mas a escoliose tendia a aumentar. Então, conheci a Dra. Alexandra Passos Gaspar, através da minha irmã que trabalha no Hospital Albert Einstein, tive muitas orientações da doutora, usei colete por 9 meses enquanto continuava com o RPG e natação. Depois da retirada do colete, comecei a fazer Kung-fu, três vezes na semana, e depois de um tempo deixei de fazer o RPG. No início, fazia consultas de três em três meses com a Dra. Alexandra, sempre me orientando. Hoje me sinto muito bem, sem dores.

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Esporte Paralímpico

Passados os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, é hora de refletirmos repensar o preconceito em relação aos deficientes e o esporte paralímpico. Acreditamos que o principal legado para os atletas do país será fazer com que as pessoas com deficiência saiam do sedentarismo e comecem a praticar esporte. O caso da Grã-Bretanha é emblemático. Menos de um ano após sediar os Jogos de Londres 2012, a nação teve um aumento de mais de 30% no número de praticantes em algumas modalidades paralímpicas. Os próprios deficientes passaram a enxergar a sua condição percebendo que poderiam se tornar aqueles seres humanos que faziam coisas incríveis no esporte. Elas viram de perto e passaram a ter certeza que o país inteiro era acessível a elas. Uma pesquisa feita pela British Paralympic Association (BPA) indicou que os Jogos Paralímpicos tiveram grande efeito sobre as crianças, sete entre dez mudaram a forma como enxergavam os deficientes. Entre os adultos, o percentual em entrevista sobre o mesmo tema realizada após a Cerimônia de Encerramento foi de 81% O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Andrew Parsons, pretende manter uma agenda grande de eventos e trabalhar com os nossos principais atletas para que o esporte paralímpico no país continue a crescer. Após celebrarmos e curtirmos a Paralimpíadas, compartilhando a felicidade dos atletas e suas conquistas, esperamos que muitas das pessoas que viram as mais incríveis performances na Cerimônia de Encerramento, com os músicos e dançarinos com deficiência, mostrando o que pode ser alcançado… Um ponto essencial é como a sociedade e os próprios deficientes passam a enxergar a sua condição e tambem é necessário que o país se preocupe em melhorar a acessibilidade. Temos vários problemas sociais, que tornam ainda mais difícil  o dia a dia da pessoa com deficiência.

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História Adolfo Mazzarini

Hoje, 21 de setembro, final do inverno comemoro feliz 8 anos da minha cirurgia na cabeça!!! Neste dia em 2008 me preparava para viver uma linda primavera, primavera esta que dura até hoje! Estou em processo de cura total, graças aos meus médicos, que volto a lembrar no Neuro cirurgião Dr. Marcos Stavale, a Dra. Alexandra Passos Gaspar, meu sempre anjo da guarda, e aos médicos do Hospital ACCamargo Câncer Center, Dr José Augusto Rinck, Dr Marcos Peterlevitz, Dra Virna Teixeira… A minha família e em especial a minha companheira Lilia Ladislau, que cuidou de mim com uma força e coragem descomunal! Aos amigos, verdadeiros irmãos e irmãs, que felizmente tenho muitos, espalhados por este Brasil e pelo mundo afora! A corrente universal que todos fizeram, convocaram uma legião de anjos e arcanjos que me iluminaram e protegeram! E Deus Pai de sua imensa misericórdia se emanou neste coro, dando-me fé, esperança e alegria! Obrigado a todos!!! Todos que de alguma forma, aqui e acolá, fizeram para que hoje eu esteja vivo e cheio de energia e amor! Gratidão!!!

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História Tatiana B.

Estava com uma dor muito grande na região lombar e como ela não melhorava e estava prejudicando minhas atividades, e nenhum outro profissional conseguia me ajudar busquei a doutora Alexandra. Além de diagnosticar a razão da dor, ela ainda constatou no exame que meu lado direito está com força diminuída em relação ao lado esquerdo. Passei a realizar sessões de fisioterapia aliada a acupuntura. Ela é a melhor! Só estou melhorando porque ela cuidou de mim e estou seguindo tudo direitinho.

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I Simpósio de Coluna Hospital Albert Einstein

O I Simpósio de Coluna Hospital Albert Einstein que foi realizado nos dias 05 e 06 de agosto e contou com a participação de diversos profissionais da saúde envolvidos com o tratamento de dor lombar. Fisiatras, ortopedista, neurocirurgiões, radiologistas, fisioterapeutas, hidroterapeutas, enfermeiros de todo o Brasil, assim como, convidados internacionais discutiram de forma incessante quais as melhores formas de diagnosticar, tratar e prevenir a dor lombar tão prevalente e incidente na população. A individualização  do tratamento (divisão em subgrupos baseada no modelo físico e biopisicosocial) com foco em medicina baseada em evidência para reabilitação foram muito discutidos. A mensagem foi da importância de entender que o diagnóstico deve ser clínico e não apenas radiológico (olhar uma ressonância e ver uma hérnia) ter especial atenção aos casos em que há comprometimento neurológico como a síndrome da cauda equina e que demandam pronta intervenção para que o paciente não tenha sequelas, e ainda, que o bom tratamento deve envolver uma equipe multidisciplinar e ter  em mente a melhora da função do paciente .

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