Fisiatria Brasil

Qualidade de vida

 Fisiatria na prática de Atividades Físicas

A prática regular de atividade física traz inúmeros benefícios para a saúde, mas também exige cuidados para evitar lesões e melhorar a performance e segurança durante os treinos. É aí que entra o fisiatra! O fisiatra atua na avaliação, prevenção e tratamento de condições musculoesqueléticas, ajudando atletas e praticantes de exercícios a se manterem ativos de forma segura e eficaz. Entre suas principais funções estão: Seja para quem está começando a se exercitar ou para atletas de alto rendimento, o acompanhamento de um fisiatra pode fazer toda a diferença para um desempenho saudável e sem limitações!

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Tratamento da dor

O tratamento da dor pode ser realizado por diversos profissionais.  O paciente com dor músculo esquelética busca o ortopedista ou reumatologista, e muitas vezes, tem dores que não sabe que profissional deve buscar. Pacientes conhecem pouco a fisiatria que é uma especialidade que tem em sua essência o tratamento do indivíduo de forma global e trabalha com prevenção e tratamento de dores ou de condições que levem à perda funcional (seja pela dor ou outro motivo como uma doença neurológica, neuromuscular, oncológica, ortopédica, reumatológica,…)  Através de uma avaliação individual, identifica-se qual a causa da dor/ lesão para então planejar como será seu tratamento. O tratamento pode englobar medicamentos, com acompanhamento de uma equipe multidisciplinar, avaliação e modificação de biomecânica do movimento, prescrição de palmilha, órteses, procedimentos como infiltrações, uso de terapia por onda de choque, acupuntura e uma gama de recursos cada vez mais diversificados na medicina, mas que são úteis quando bem indicados. Então, se você ou algum familiar está com dor, conte conosco para a avaliação do seu caso e definição do tratamento mais adequado para alívio da dor.

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Reabilitação Esportiva

A busca pela excelência física e pelo aprimoramento do desempenho atlético, a fisiatria surge como uma aliada indispensável. Compreender suas variações e aplicações é essencial para atletas, treinadores e entusiastas do esporte. O fisiatra tem atuação muito além do tratamento de lesões decorrentes da prática esportiva, tendo um papel importante em outras funções como: – Prevenção de lesões: utilizando técnicas avançadas de avaliação biomecânica e análise do gesto esportivo, os fisiatras podem identificar desequilíbrios musculares, padrões de movimento inadequados e outros fatores de risco que possam predispor os atletas a lesões; – Diagnóstico e tratamento de lesões: quando há lesões, o fisiatra realiza o diagnóstico e seu tratamento de maneira adequada. Seja uma entorse de tornozelo, uma lesão muscular ou um trauma mais grave; – Promoção de lazer e bem-estar: o fisiatra também se dedica à saúde e ao bem-estar de pessoas de todas as idades e níveis de condicionamento físico. Com orientação para a prática segura de exercícios, tratamento de condições médicas relacionadas ao esporte e promoção de hábitos saudáveis de vida, fisiatras estão empenhados em garantir que todos possam desfrutar dos benefícios da atividade física; – Pesquisa e educação: além da atuação clínica, os fisiatras também desempenham um papel importante na pesquisa e na educação, contribuindo no avanço do conhecimento científico na área, desenvolvendo novas técnicas de tratamento, protocolos de prevenção de lesões e estratégias de otimização do desempenho. O fisiatra tambem pode ajudar para que atletas tenham uma performance melhor. O fisiatra vai ajudar a coordenar uma equipe multidisciplinar, melhorando a nutrição, a qualidade da atividade física, orientando qual é a biomecânica mais adequada, prescrevendo palmilha, orientando em relação ao calçado, medicando, e se for o caso, fazendo prevenção ou o tratamento com terapia por onda de choque ou até mesmo infiltrações ou outras ações necessárias nesse projeto.

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Reabilitação Ortopédica

A Reabilitação Ortopédica é uma das principais áreas de atuação da Fisiatria, dedicada ao tratamento de pacientes com disfunções musculoesqueléticas decorrentes de traumas, cirurgias, doenças degenerativas ou lesões esportivas. O fisiatra atua no diagnóstico, manejo da dor e recuperação funcional, visando devolver ao paciente sua autonomia de modo a ter melhor qualidade de vida.               Uso de outras tecnologias como terapia por onda de choque, neuromodulação periférica (por exemplo,eletroacupuntura)  quando indicadas

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Treino com coletes de peso

O uso de coletes de peso incorporados à atividade física tem se tornado uma tendência entre as mulheres de meia-idade nos Estados Unidos. Esse equipamento tem sido um aliado na manutenção da saúde óssea e muscular, dois pilares fundamentais para a longevidade e a qualidade de vida Coletes de peso são peças de vestuário projetados para adicionar carga extra ao corpo durante os exercícios, como caminhadas ou exercícios de força. Sua utilização aumenta a resistência e desafia os músculos a trabalharem mais. Um estudo publicado no Journal of Aging and Physical Activity mostrou que em mulheres na pós menoapusa, as que usaram colete com peso leve extra (coletes projetados para este fim) durante caminhadas tiveram um aumento significativo na densidade óssea do quadril após 12 meses. Outro artigo da Medicine & Science in Sports & Exercise destacou que treinos regulares com coletes de peso aumentaram a força muscular e a resistência cardiovascular em adultos acima de 50 anos. Este auxílio extra para tentar melhorar o estímulo de produção de massa óssea e massa muscular pode ser mesmo interessante ferramenta mas, CUIDADO… Deve ser prescrito pelo médico, uma vez que pessoas já com osteoporose mais grave, fraturas prévias ou alterações posturais precisam ser avaliadas para entendermos os riscos e benefícios desta ferramenta e se, de fato, é indicada em seu caso. Você é único e suas indicações de tratamento também. Pratique atividade com segurança e sinta-se cada dia melhor.

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Correlação entre Perda de Músculo e Demência

A perda de massa muscular e a presença de demência parecem estar diretamente relacionados . O professor e pesquisador Jamerson de Carvalho, do Hospital Universitário da UFPB (Universidade Federal da Paraíba), afirma que as evidências que temos hoje sobre a correlação entre perda de músculos e o risco aumentado de demências ainda são insuficientes para indicar a existência de uma relação de causalidade entre os dois fenômenos. Segundo ele, o mais provável é que pacientes expostos a problemas como tabagismo, sedentarismo, alcoolismo e cardiovasculares desenvolvam tanto uma menor massa muscular quanto sintomas de neurodegeneração no final da vida. Segundo os autores do trabalho, uma menor quantidade de músculo esquelético está associada a um risco aproximadamente 60% maior de desenvolvimento de demências, quando os dados são ajustados para os demais fatores de risco. Os dados foram divulgados durante a reunião anual da Radiological Society of North America (RSNA). A correlação entre a perda de massa muscular e o desenvolvimento de demências é patente e conhecida pelos pesquisadores há algum tempo. Mas agora os especialistas estão olhando o problema na ordem inversa, isto é, para os casos que a redução do volume de músculos precede os casos de neurodegeneração. Já é sabido que o exercício físico estimula a atividade cerebral de forma positiva minimizando o desenvolvimento de demências. Um artigo publicado na revista científica Metabolites faz um levantamento de pacientes com função cognitiva mais baixa e sarcopenia. Os autores concluem que os esforços de prevenção da sarcopenia podem ajudar na redução dos casos de demência. Eles levantam a hipótese de que uma maior quantidade de músculos contribui diretamente para a preservação da cognição. Músculo com boa qualidade, favorecendo a função é, também, importante fator para evitar quedas.  

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Hérnia de disco, protrusão discal ou abaulamento discal

A nossa coluna vertebral é constituída por vértebras (parte óssea) conectadas aos discos intervertebrais, que são estruturas de reabsorção de impacto compostas por um núcleo gelatinoso localizado centralmente (núcleo pulposo); um anel fibroso externo e 2 placas terminais cartilaginosas. Estes discos, muitas vezes, podem sofrer alterações degenerativas que resultam em condições conhecidas como abaulamento, protrusão, extrusão e sequestro discal, que representam diferentes estágios de comprometimento. A imagem de uma destas condições pode ou não estar associada com sintomas clínicos. A hérnia de disco tem como sintoma mais comum a dor. Formigamento (parestesia) e perda de força de músculos (paresia) que são inervados pelo segmento específico, também podem ser sintomas possíveis, assim como (dependendo do nível acometido) alterações de bexiga e intestino. Inúmeras vezes o abaulamento, protrusão de disco e mesmo a hérnia estão presentes no exame de imagem, mas são assintomáticos. Se você tem dor na coluna, dúvidas sobre sua condição, busque o fisiatra e, em primeiro lugar, faça um diagnóstico adequado, para depois iniciar o tratamento mais indicado.

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Reabilitação Neurológica

Na reabilitação neurológica, o foco está na recuperação de pacientes que sofreram lesões ou doenças no sistema nervoso central ou periférico, como Acidente Vascular Cerebral (AVC), traumatismo cranioencefálico, lesões medulares, esclerose múltipla, paralisia cerebral e neuropatias periféricas. O fisiatra é o profissional responsável por coordenar esse processo, avaliando as capacidades e limitações motoras, cognitivas e funcionais do paciente. Com base nessa avaliação, é elaborado um plano de reabilitação personalizado, com o objetivo de restaurar a funcionalidade, reduzir sequelas, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida. A reabilitação neurológica é realizada com a atuação de uma equipe multidisciplinar, podendo ser formada por fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros e assistentes sociais, entre outros profissionais. Essa abordagem integrada é essencial para atender de forma ampla as diversas demandas físicas, emocionais e sociais do paciente. O tratamento é realizado com o fisiatra realizando a coordenação e acompanhamento do processo de reabilitação junto à equipe multidisciplinar, e tambem realizando as medicações necessárias quando necessário. O objetivo da reabilitação neurológica é não só tratar os sintomas, mas promover a reintegração social, retomada da autonomia e a qualidade de vida do paciente, respeitando suas condições e potencial de recuperação.

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Tratamento da Dor Crônica

No Brasil, conforme dados da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED), são mais de 60 milhões de pessoas que possuem dor crônica (aquela que persiste por mais de três meses consecutivos), o equivalente a 37% da população. Estudos mostram que abordagens com equipes multidisciplinares são mais eficazes no tratamento da dor crônica, sendo capazes de proporcionar aos pacientes melhor qualidade de vida, controle mais eficaz da dor, melhores e mais rápidas taxas de retorno ao trabalho (na ordem de 21%) e redução das comorbidades mentais e psiquiátricas Entre os impactos da dor crônica, que restringe e até inviabiliza atividades simples e diárias, estão a depressão, o transtorno de ansiedade, o uso abusivo de substâncias, que por sua vez intensificam a experiência geral da dor. A International Association for the Study of Pain (IASP) elegeu 2023 como o ano global para o cuidado integrativo da dor, com ênfase no autocuidado e nas terapias não medicamentosas. Aliado ao trabalho do fisiatra, para obter melhor resultado no tratamento da dor crônica, existem técnicas que também podem ser usadas para tratar a dor crônica como acupuntura, técnicas mente-corpo (como meditação, yoga e tai chi) e técnicas envolvendo manipulação e terapias corporais. Existe um conceito errôneo e uma dúvida muito recorrente entre os pacientes no tratamento da dor crônica. A médica está enganada, ela prescreveu antidepressivo ou anticonvulsivante, mas eu tenho dor e não estou deprimido. E agora, devo tomar a medicação? Importante saber que estas classes de medicamentos são muito indicadas em caso de tratamento da dor crônica independentemente de você ter depressão ou convulsão. Elas possuem uma ação importante, porque quando você passa muito tempo com dor seu corpo passa a ter uma memória de dor e uma alteração de neurotransmissores (substâncias importantes neste controle álgico e também do humor), que se não forem reequilibrados, impedem sua melhora de dor. Estas medicações são utilizadas por um período. Não serão eternas, e também, diferente do que pensam os pacientes, não viciam. O médico deve explicar todos os detalhes, efeitos colaterais e tirar todas as suas dúvidas para que você utilize a medicação tranquilamente e possa melhorar. Afinal, a dor crônica e todas as descompensações geradas por ela ou mesmo o uso excessivo de outros medicamentos que não resolvem a dor, são mais prejudiciais do que estas classes medicamentosas utilizadas com orientação e de forma correta. Não há receita de bolo. O tratamento de dor crônica deve ser individualizado para cada paciente, entendendo qual o melhor caminho para cada um, mas o uso destas medicações precisa estar em seu radar como parte do arsenal nesta batalha.

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Terapia de Ondas de Choque para casos de AVC

A terapia de ondas de choque para casos de AVC tem se mostrado um importante recurso para tratar dores crônicas e a hemiparesia espástica em pacientes pós AVC. O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a segunda principal causa de morte e é uma das doenças que mais gera incapacidade. Entre suas diversas sequelas, está a hemiparesia espástica. Em indivíduos hemiparéticos com espasticidade a descarga de peso e a área de apoio plantar são assimétricas, o que gera déficit de equilíbrio. O manejo da espasticidade pode ocorrer de diversas formas: medicamentos, terapias físicas, aplicação de toxina botulínica, e agora mais recentemente, trabalhos mostram que a terapia por ondas de choque pode entrar no arsenal para tratar espasticidade como mais um recurso para este manejo. A terapia por ondas de choque (TOC) tem se mostrado um importante recurso para tratar dores crônicas, que falharam ao tratamento convencional. O tratamento com ondas de choque em pacientes pós AVC pode auxiliar no alívio da dor com melhora da mobilidade ativa, amplitude articular e redução da espasticidade pós AVC e ser um aliado no tratamento com a reabilitação multidisciplinar.

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